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quarta-feira, 2 de abril de 2008

ACHEI LINDO!



A importância de ser você mesmo!



Certo dia, um Samurai, que era um guerreiro muito orgulhoso, veio ver um Mestre Zen.

Embora fosse muito famoso, ao olhar o Mestre, sua beleza e o encanto daquele momento, o samurai sentiu-se repentinamente inferior.

Ele então disse ao Mestre:
- "Por quê estou me sentindo inferior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem.

Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior e jamais me sentira assim antes.

Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum.

Por quê estou me sentindo assustado agora?"

O Mestre falou:
- "Espere. Quando todos tiverem partido, responderei."

Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o samurai estava ficando mais e mais cansado de esperar.

Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o samurai perguntou novamente:
- "Agora você pode me responder por que me sinto inferior?"

O Mestre o levou para fora.

Era um noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte.
Ele disse:
- "Olhe para estas duas árvores:

a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado.

Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca houve problema algum.

A árvore menor jamais disse à maior:"
"Por quê me sinto inferior diante de você?

Esta árvore é pequena e aquela é grande

- este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso."

O samurai então argumentou:
- "Isto se dá porque elas não podem se comparar."

E o Mestre replicou:
- Então não precisa me perguntar.

Você sabe a resposta.

Quando você não compara,

toda a inferioridade e superioridade desaparecem.

Você é o que é e, simplesmente existe.

Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo.

Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas.

O canto de um pássaro é tão necessário quanto qualquer Buda, pois o mundo será menos rico se este canto desaparecer.

Simplesmente olhe à sua volta.

Tudo é necessário e tudo se encaixa.

É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo,

ninguém é superior ou inferior.

Cada um é incomparavelmente único.

Você é necessário e basta.

Na Natureza, tamanho não é diferença.

Tudo é expressão igual de vida!


Abraços Fraternos

do amigo

Nanato

e do

Planeta Amor e Paz

Mensagens Diversas

quarta-feira, 26 de março de 2008

ACHEI LINDO!


Mulheres Tecelãs





Mulheres são tecelãs.
Tecem sonhos com fios de lágrimas...


Mulheres são tecelãs.
Tecem vidas em suas barrigas
Com esperanças e alegrias infantis.


Mulheres são feiticeiras.
Inventam magias e encantamentos.
E atraem e cativam com um simples olhar.


Mulheres são meninas.
Acreditam em príncipes e finais felizes.


Mulheres são guerreiras.
Enfrentam a luta com galhardia.
E não esmorecem mesmo quando cansadas.


Mulheres são sábias.
Trazem em si toda a sabedoria do mundo,
Ao repartir, entre os filhos, o pão, o carinho,
E o próprio tempo.


Mulheres são especiais.
Mulheres são seres próximos de deus.
Mulheres são anjos.


Mulheres são mães.
A mais perfeita tradução
do mistério da eternidade da alma.



Abraços Fraternos

do Amigo

Nanato

e do

Planeta Amor e Paz

Planeta Amor e Paz

Mensagens Diversas

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

TROVANDO

Aprendi.... Que não importa Quão boa seja uma pessoa; ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isto... Que falar Pode aliviar dores emocionais... Que levam anos Para se construir confiança; e apenas segundos para destruí-la... Aprendi que Verdadeiras amizades, Continuam a crescer; Mesmo a longas distâncias... Que você pode fazer coisas Em um instante, das quais Se arrependerá pela vida inteira... Que o que importa Não é o que você tem na vida, mas Quem você tem na vida... Aprendi que Não temos que mudar de amigos, Se compreendemos que os amigos mudam... Que as pessoas Com quem você mais se importa na vida, São tomadas de você muito depressa... Aprendi que devemos Deixar sempre as pessoas que amamos, Com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos... Que as circunstâncias E o ambiente, Têm influência sobre nós; Mas nós somos responsáveis por nós mesmos... Que não devemos nos comparar com os outros, mas com o melhor que podemos fazer... Que não importa até onde já cheguei, Mas para onde estou indo... Que não importa Quão delicado e frágil seja algo; Sempre existem os dois lados... Que leva muito tempo Para eu me tornar a pessoa que quero ser... Que se pode ir mais longe Depois de pensar que não se pode mais... Aprendi que Ou você controla seus atos, ou eles o controlarão... Aprendi que heróis São pessoas que fizeram o que era Necessário fazer; Enfrentando as conseqüências... Que paciência Requer muita prática... Que existem pessoas que nos amam, Mas simplesmente, Não sabem como demonstrar isso... Aprendi que meu melhor amigo e eu Podemos fazer qualquer coisa, Ou nada... e ainda termos bons momentos juntos... Que algumas vezes A pessoa que você espera que te chute quando estiver caído, É uma das poucas que Lhe ajudará a levantar-se... Aprendi que há mais Dos meus pais em mim, Do que eu supunha... Que quando estou com raiva, Tenho o direito de estar com raiva, Mas isto não me dá o direito de ser cruel... Que só porque alguém Não o ama do jeito que você quer, Não significa que ele não o ame Com tudo o que pode... Que maturidade Tem mais a ver com os tipos De experiências que se teve E o que você aprendeu com elas; Do que com quantos aniversários você celebrou... Aprendi que nunca Se deve dizer a uma criança Que sonhos são bobagens ou fora de cogitação, Poucas coisas são mais humilhantes E seria uma tragédia; Se ela acreditasse nisso... Que nem sempre é suficiente Ser perdoado por alguém... Algumas vezes você tem que aprender a Perdoar a Si Mesmo... Aprendi que não importa Em quantos pedaços seu coração foi partido; O mundo não pára pra que você o conserte...

terça-feira, 13 de novembro de 2007

A IMPORTÂNCIA DO SILÊNCIO Pense em alguém que seja poderoso. Essa pessoa briga e grita como uma galinha ou olha e silencia, como um lobo? Lobos não gritam. Eles têm a aura de força e poder. Observam em silêncio. Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio. Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas. Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos. Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis. Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota. Olhe. Sorria. Silencie. Vá em frente. Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar. Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso. Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade! Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal. Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça. Você pode escolher o silêncio. Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu um pensador grego, mais de 300 anos antes de Cristo, ao afirmar: "Me arrependo de coisas que disse, mas jamais do meu silêncio". Responda com o silêncio, quando for necessário. Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais. Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos. você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas. (Desconheço o autor)

terça-feira, 9 de outubro de 2007

LEIAM!!!,VOÇES VÃO GOSTAR.

GAÚCHO FARRAPO Adenir Paz da Silva Sou feliz, nasci Gaúcho, Deus me deu este regalo, sou briguento que nem galo peleando no rinhedeiro, sou pachola, sou faceiro, sou bagual não tenho encilha, sou livre, sou farroupilha, pra lutar fui um guerreiro. Sou xucro, criado guaxo, falquejado em coronilha, fui cincerro de tropilha de um tempo maula e aragano. Sou alçado, não tenho dono, meu andar ninguém maneia, sou noite de lua cheia vigiando, não tenho sono. Meu grito é retumbar de legüero chamando e atiçando a tropa. Meu destino é quem galopa nas patas da evolução, sou raiz, sou tradição de um passado de glórias, fui revolução, sou história lutando por este chão. Eu demarquei as fronteiras, da República Rio-grandense, o Rio Grande me pertence, eu lutei para este fim, fui tambor e fui clarim nos fervores de uma guerra. Eu sou filho desta terra, fui farrapo e sou assim. Sou bandeira que esvoaça guarnecendo esta querência. Me ajoelho em reverência ao meu pendão desfraldado, verde, amarelo, encarnado, tem força de Liberdade, Igualdade e Humanidade, símbolos de que fui marcado. Ser livre, este é o meu sentimento que trago neste peito guardado, e que só fica rebelado quando a justiça se afasta. Sou Gaudério, ninguém me castra, sou taura e sou índio macho, envergo mas não me abaixo. Sou Gaúcho, e isto me basta!

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

LEIAM AMIGAS LEIAM

O meu país (Orlando Tejo / Edvaldo Chaves / Divaldo Alves)  Um país que crianças elimina e não ouve o clamor dos esquecidos. Onde nunca os humildes são ouvidos e uma elite sem Deus é que domina. Que permite um estupro em cada esquina e a certeza da dúvida infeliz, onde quem tem razão baixa a cerviz e maltratam o negro e a mulher, pode ser um país de quem quiser, mas não é, com certeza, o Meu País. Um país onde as leis são descartáveis por ausência de códigos corretos com 90 milhões de analfabetos e multidão maior de miseráveis um país onde os homens confiáveis não têm voz, não têm vez, nem diretriz, mas corruptos têm voz, têm vez, têm bis e o respaldo de um estímulo incomum pode ser o país de qualquer um, mas não é, com certeza, o Meu País.   Um país que os seus índios discrimina, e a ciência e a arte não respeita, um país que ainda morre de maleita por atraso geral da medicina, um país onde a escola não ensina e o hospital não dispõe de raio-x onde o povo da vila só é feliz quando tem água de chuva e luz de sol pode ser o país do futebol, mas não é, com certeza, o Meu País. Um país que é doente, não se cura, quer ficar sempre no terceiro mundo Que do poço fatal chegou ao fundo, sem saber emergir da noite escura. Um país que perdeu a compostura, atendendo a políticos sutis, que dividem o Brasil em mil "Brasis", para melhor assaltar de ponta-a-ponta, pode ser um país de faz-de-conta, mas não é, com certeza, o Meu País.   Um país que perdeu a identidade, sepultou o idioma português aprendeu a falar pornô e inglês, aderindo à global vulgaridade. Um país que não tem capacidade de saber o que pensa e o que diz. E não sabe curar a cicatriz desse povo tão bom que vive mal, pode ser o país do carnaval, mas não, é com certeza, o Meu País. Interpretação: João de Almeida Neto Adaptação: Walmir Battu.´.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007


Negrinho do Pastoreio
Autoria: Jayme Caetano Braun
Quando de noite transito
No meu gauderiar andejo,
Me paleteia o desejo
De encontrar-te, duende amigo,
Pois sei que trazes contigo,
Negrinho esmirrado e feio,
O Rio Grande em pastoreio
No sinuelo do passado,
E que ali, no descampado
Que a luz da vela clareia,
O teu vulto esguio, bombeia,
Como Deus de rito estranho,
A gauchada de antanho
Que se perdeu na peleia!

Juntos iremos lembrar
Aquele maula estancieiro,
Que ao botar num formigueiro
O teu corpo de criança,
Cravou bem fundo uma lança
No próprio ser do rincão;
Trazer a recordação,
Aquela velha tropilha,
Que do topo da coxilha
Esparramou-se a lo léu,
Para juntar-se no céu
Contigo e Nossa Senhora,
E hoje cruza, noite a fora,
No meio dum fogaréu!

Hás de contar-me o que viste
Na tua ronda infinita,
Desde a povoação jesuíta
Ao reduto Guaiacurú,
Quando Sepé Tiaraju
Morrendo de lança em punho,
Dava um guasca testemunho
Da fibra continentina,
E quando, nesta campina,
O velho pendão farrapo
Cruzava altaneiro e guapo
Como uma benção divina!

Dizem que trazes por diante
Dos fletes que pastorejas,
Assombrações malfazejas
Das campanhas do JARAU,
Repontas o fogo mau,
Do andarengo BOITATÁ,
E vagando, ao Deus dará,
Nessa ronda de amargura,
Vives na eterna procura,
Pelas canchas e rodeios,
De prendas, trastes e arreios
Extraviados na planura!

Tu conheces os segredos
De ranchos e cemitérios
Onde paisanos gaudérios
Assinalaram passagem,
Revives cada paragem
Numa evocação singela,
Por entre tocos de vela
De humildes promessas pagas
Onde o S das adagas
Fazia o papel de cruz, -
E onde num raio de luz,
Brilhava sempre a velinha,
Invocando tu'a madrinha
A Santa Mãe de Jesus!

Presenciaste o velho drama
Do gaúcho em formação,
Quando este imenso rincão
Era um selvagem deserto,
Tudo céu e campo aberto
E onde Deus Nosso Senhor
Pós o guasca peleador,
De lança e de boleadeira
E mandou fazer fronteira
Onde quisesse, a lo largo,
Dando o pingo, o mate-amargo
E a china pra companheira!

Por tudo isso é que sofro
Quando altas horas despontas
Entre os fletes que repontas
Num barbaresco tropel,
Lembrando o dono cruel
Que num gesto asselvajado
Te fez cumprir este fado
De andar penando no ermo,
Esperando sempre o termo,
Que tarda tanto em chegar,
E onde haveremos de estar,
Enquadrilhados a grito
Diante do Deus infinito
Que vai por fim nos julgar!

E assim como tu, Negrinho,
Que um dia foste espancado
E por fim martirizado
Num formigueiro do pago,
O meu peito de índio vago
Também sofreu igual sorte,
E hoje vagueia, sem norte,
Sem fugir, por mais que ande,
Deste formigueiro grande
Onde costumes malditos
Tentam matar aos pouquitos
As tradições do RIO GRANDE!

sábado, 1 de setembro de 2007

SALVE SETEMBRO!


Amargo
Autoria: Jayme Caetano Braun
Velha infusão gauchesca
De topete levantado
O porongo requeimado
Que te serve de vazilha
Tem o feitio da coxilha
Por onde o guasca domina,
E esse gosto de resina
Que não é amargo nem doce
É o beijo que desgarrou-se
Dos lábios de alguma china!

A velha bomba prateada
Que atrás do cerro desponta
Como uma lança de ponta
Encravada no repecho
Assim jogada ao desleixo
Até parece que espera
O retorno de algum cuera
Esparramado do bando
Que decerto anda peleando
Nalgum rincão de tapera!

Velho mate-chimarrão
As vezes quando te chupo
Eu sinto que me engarupo
Bem sobre a anca da história,
E repassando a memória
Vejo tropilhas de um pêlo
Selvagens em atropelo
Entreverados na orgia
Dos passes de bruxaria
Quando o feiticeiro inculto
Rezava o primeiro culto
Da pampeana liturgia!

Nessa lagoa parada
Cheia de paus e de espuma
Vão cruzando uma, por uma,
Antepassadas visões
Fandangos e marcações
Entreveros e bochinchos
Clarinadas e relinchos
Por descampados e grotas,
E quando tu te alvorotas
No teu ronco anunciador
Escuto ao longe o rumor
De uma cordeona floreando
E o vento norte assobiando
Nos flecos do tirador!

Sangue verde do meu pago
Quando o teu gosto me invade
Eu sinto necessidade
De ver céu e campo aberto
É algum mistério por certo
Que arrebentando maneias
Te faz corcovear nas veias
Como se o sangue encarnado
Verde tivesse voltado
Do curador das peleias!

Gaudéria essência charrua
Do Rio Grande primitivo
Chupo mais um, pra o estrivo
E campo a fora me largo,
Levando o teu gosto amargo
Gravado em todo o meu ser,
E um dia quando morrer,
Deus me conceda esta graça
De expirar entre a fumaça
Do meu chimarrão querido
Porque então irei ungido
Com água benta da raça!!!

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

VAMOS A LUTA BRASILEIROS!!!!!

O texto foi publicado no jornal Estado de São Paulo. DE ONDE VIRÁ O GRITO? > "Você também é mais um (ou uma) dos que preenchem seu tempo com ressentimentos passivos? Conhece gente assim? Pois é. O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. > Olham o escândalo na televisão e exclamam " que horror". Sabem do roubo do político e falam "que > vergonha". Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam " que absurdo ". Assistem a uma quase > pornografia no programa dominical de televisão e dizem "que baixaria ". Assustam-se com os ataques > dos criminosos e choram " que medo". E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição "neste país". > Do ressentimento passivo à participação ativa.". > > Pois recentemente estive em Porto Alegre , onde pude apreciar atitudes com as quais não estou > acostumado, paulista/paulistano que sou. Um regionalismo que simplesmente não existe na São > Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do > Sindirádio, uma surpresa. > Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino > do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino? Começa a tocar e, para minha surpresa, > todo mundo cantando a letra! > "Como a aurora precursora / do farol da divindade, / foi o vinte de setembro / o precursor da liberdade" > Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E > oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles > oferecem. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo > cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado. > Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é "comunidade". > Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de> São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? > Pois é... Foi então que me deu um estalo. Sabe como é que os "ressentimentos passivos" se > transformarão em participação ativa? De onde virá o grito de "basta" contra os escândalos, a corrupção e > o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será. Esse grito exige consciência > coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. > Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de > refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem "liga". > Cada um por si e o todo que se dane. E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes. > > Penso que o grito - se vier - só poderá partir das comunidades que ainda têm essa "liga". A mesma que > eu vi em Porto Alegre. Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão > em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo. > Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles. De minha parte, eu acrescentaria, ainda: > "...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra..." > Abraços

quarta-feira, 18 de julho de 2007

OREMOS.

Oração Pai Nosso, que estás nos Céus, Na luz dos sóis infinitos, Pai de todos os aflitos, Deste mundo de escarcéus. Santificado, Senhor, Seja o Teu nome sublime, Que em todo o Universo exprime Concórdia, ternura e amor. Venha ao nosso coração O Teu reino de bondade, De paz e de claridade Na estrada da redenção. Cumpra-se Teu mandamento Que não vacila nem erra, Nos Céus, como em toda Terra De luta e de sofrimento. Evita-nos todo o mal, Dá-nos o pão do caminho Feito da luz, no carinho Do pão espiritual. Perdoa-nos, meu Senhor, De iniqüidade e de dor. Os débitos tenebrosos, De passados escabrosos, Auxilia-nos também, Nos sentimentos cristãos, A amar nossos irmãos Que vivem longe do bem. Com a proteção de Jesus, Livra a nossa alma do erro, Sobre o mundo de desterro Distante da vossa luz. Que vossa ideal igreja Seja o altar da Caridade Onde se faça a vontade De vosso amor... Assim seja. José Silvério Horta - Francisco Cândido Xavier A Luz da Oração - Editora O Clarin